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	<title>Comments on: Para que viver num mundo de números e métricas?</title>
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	<description>Gestão por Diego Monteiro</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 12:05:00 +0000</pubDate>
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		<title>By: Para que viver num mundo de números e métricas? : MPE Blogs</title>
		<link>http://peoplebased.net/2008/05/13/para-que-viver-num-mundo-de-numeros-e-metricas/#comment-280</link>
		<dc:creator>Para que viver num mundo de números e métricas? : MPE Blogs</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 23:13:39 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Vivemos num mundo em que todos ficam atentos a números e pesquisas. Matéria boa na mídia é a bas... [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Vivemos num mundo em que todos ficam atentos a números e pesquisas. Matéria boa na mídia é a bas&#8230; [...]</p>
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		<title>By: gustavo</title>
		<link>http://peoplebased.net/2008/05/13/para-que-viver-num-mundo-de-numeros-e-metricas/#comment-279</link>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2008 23:18:48 +0000</pubDate>
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		<description>Gu, para vc ler.
bjs
mamãe</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gu, para vc ler.<br />
bjs<br />
mamãe</p>
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		<title>By: Diego</title>
		<link>http://peoplebased.net/2008/05/13/para-que-viver-num-mundo-de-numeros-e-metricas/#comment-278</link>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2008 13:37:29 +0000</pubDate>
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		<description>Allan,
é que a "visão relatório" cabe em muitos lugares, mas não em tudo. Um dos casos é o da inovação. Na minha opinião seria impossível provar com números que a Apple (fabricante de computadores) deveria entrar no mercado de celular. Primeiro, por ser um  mercado muito bem atendido pela Nokia e Motorola, e segundo porque a Apple entendia nada de celular. Qualquer número para provar sua entrada seria bizarro como as pesquisas que tem por ai.

Ele até poderia ter mostrado o tamanho do mercado que consome celulares, mas quer dizer nada se eles comprariam um Iphone, se teria espaço num mercado desses.

Meu chute é que ele chegou para os acionistas e disse: "eu tenho um produto matador, eu sei que o mercado de celular tem a Nokia e fazemos computadores. Mas eu consigo fazer um troço revolucionário com a nossa capacidade de usabilidade". De outra forma acho difícil.

Rafael,
obrigado pelo comentário. Concordo com você, acho que teríamos que ter nas empresas um Steve Jobs com loucuras de entrar em mercados diferentes sem base em números... e um Bill Gates que ficaria fazendo pesquisas e vendo como enfiar o Windows em mais lugares possíveis de acordo com relatórios de vendas e mercado potencial. Veja quantas coisas realmente novas / inovadoras o Bill Gates criou... e olhe  quantos Macs a Apple consegue vender (menos de 5% do mercado). Porém, essas duas pessoas / partes da empresa deveriam estar separadas para um não contaminar o outro, um complementando o outro!

Isso aconteceu na Sony quando lançou o playstation... um engenheiro de lá cismou que a Sony deveria fabricar um videogame com CD em vez de cartucho... Os executivos acharam um absurdo a idéia, então ele montou uma equipe a parte na Sony em que desenvolveram o videogame e todo mundo da equipe ficou empolgado e a diretoria da Sony foi "obrigada" a tentar o tal videogame que a Sony nunca fez, e já havia a Sega e a Nintendo na época bem estabelecida. RESULTADO: 40% do lucro da Sony nos anos seguintes veio do tal playstation.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Allan,<br />
é que a &#8220;visão relatório&#8221; cabe em muitos lugares, mas não em tudo. Um dos casos é o da inovação. Na minha opinião seria impossível provar com números que a Apple (fabricante de computadores) deveria entrar no mercado de celular. Primeiro, por ser um  mercado muito bem atendido pela Nokia e Motorola, e segundo porque a Apple entendia nada de celular. Qualquer número para provar sua entrada seria bizarro como as pesquisas que tem por ai.</p>
<p>Ele até poderia ter mostrado o tamanho do mercado que consome celulares, mas quer dizer nada se eles comprariam um Iphone, se teria espaço num mercado desses.</p>
<p>Meu chute é que ele chegou para os acionistas e disse: &#8220;eu tenho um produto matador, eu sei que o mercado de celular tem a Nokia e fazemos computadores. Mas eu consigo fazer um troço revolucionário com a nossa capacidade de usabilidade&#8221;. De outra forma acho difícil.</p>
<p>Rafael,<br />
obrigado pelo comentário. Concordo com você, acho que teríamos que ter nas empresas um Steve Jobs com loucuras de entrar em mercados diferentes sem base em números&#8230; e um Bill Gates que ficaria fazendo pesquisas e vendo como enfiar o Windows em mais lugares possíveis de acordo com relatórios de vendas e mercado potencial. Veja quantas coisas realmente novas / inovadoras o Bill Gates criou&#8230; e olhe  quantos Macs a Apple consegue vender (menos de 5% do mercado). Porém, essas duas pessoas / partes da empresa deveriam estar separadas para um não contaminar o outro, um complementando o outro!</p>
<p>Isso aconteceu na Sony quando lançou o playstation&#8230; um engenheiro de lá cismou que a Sony deveria fabricar um videogame com CD em vez de cartucho&#8230; Os executivos acharam um absurdo a idéia, então ele montou uma equipe a parte na Sony em que desenvolveram o videogame e todo mundo da equipe ficou empolgado e a diretoria da Sony foi &#8220;obrigada&#8221; a tentar o tal videogame que a Sony nunca fez, e já havia a Sega e a Nintendo na época bem estabelecida. RESULTADO: 40% do lucro da Sony nos anos seguintes veio do tal playstation.</p>
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		<title>By: Rafael Ziggy</title>
		<link>http://peoplebased.net/2008/05/13/para-que-viver-num-mundo-de-numeros-e-metricas/#comment-277</link>
		<dc:creator>Rafael Ziggy</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2008 12:55:22 +0000</pubDate>
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		<description>Esse post ficou tão bom que me fez sair do conforto do meu feed para vir te parabenizar. Ficar concordando com o que você disse seria um pouco redundante, então só passei aqui pra te dizer que penso MUITO parecido com você nessa questão. É relatório, pra lá, relatório pra cá, quando estamos lidando com pessoas, o ser mais imprevisível que existe.

Talvez o certo seja ter um Steve Jobs aliado ao mestre dos números. Um tem mais liberdade na criação de idéias voltadas ao mercado e outro corre atrás dos números. Só que vai ter momentos em que o "feeling" não vai bater com os números e aí vem a dúvida: será que vale a pena? Vai depender de quem está no papel de Steve Jobs. =P

Abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esse post ficou tão bom que me fez sair do conforto do meu feed para vir te parabenizar. Ficar concordando com o que você disse seria um pouco redundante, então só passei aqui pra te dizer que penso MUITO parecido com você nessa questão. É relatório, pra lá, relatório pra cá, quando estamos lidando com pessoas, o ser mais imprevisível que existe.</p>
<p>Talvez o certo seja ter um Steve Jobs aliado ao mestre dos números. Um tem mais liberdade na criação de idéias voltadas ao mercado e outro corre atrás dos números. Só que vai ter momentos em que o &#8220;feeling&#8221; não vai bater com os números e aí vem a dúvida: será que vale a pena? Vai depender de quem está no papel de Steve Jobs. =P</p>
<p>Abraço!</p>
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		<title>By: Allan</title>
		<link>http://peoplebased.net/2008/05/13/para-que-viver-num-mundo-de-numeros-e-metricas/#comment-276</link>
		<dc:creator>Allan</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2008 11:24:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diegomonteiro.wordpress.com/?p=104#comment-276</guid>
		<description>Belo post, Diego.

Mas eu ainda acho que seria um pouco utópico de lidar com um mundo sem a "visão relatório". Mesmo o steve jobs e toda sua inovação precisam comprovar para seus acionistas que a sua intução é certa... e para isso não adianta somente falar, tem que provar. E com números.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Belo post, Diego.</p>
<p>Mas eu ainda acho que seria um pouco utópico de lidar com um mundo sem a &#8220;visão relatório&#8221;. Mesmo o steve jobs e toda sua inovação precisam comprovar para seus acionistas que a sua intução é certa&#8230; e para isso não adianta somente falar, tem que provar. E com números.</p>
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