Archive for Marketing

Em defesa da Web 2.0 e ataque à Web 3.0 - Meus Artigos

Porque ignorar a Web 3.0 e apoiar a Web 2.0 (WebInsider - 12/08/2008)

“No entanto, sempre defendi e ainda defendo o termo web 2.0, pois ele foi um conceito necessário para que as pessoas que lidam com a internet de alguma maneira (todas as pessoas e de todas profissões praticamente) saibam separar o joio do trigo.

Esse termo, apesar da chiadeira, foi importante pois tornou claro e didático um novo paradigma para todos, desde quem programa sites, pertence ao RH das empresas, lidera uma equipe ou simplesmente gosta de por vídeos engraçados no Youtube.”

Caretice 2.0: histeria coletiva contra a inovação (Época Negócios - 08/11/2007)

Como Conseguir Investimento pra Sua Idéia? (Blog6 28/09/2007)

O desafio dos negócios na nova internet (Época Negócios - 20/08/2007)

Quando 1% é muito: também é assim na vida real (WebInsider 19/06/2007)

Por que não surge um Google no Brasil? [link para IMasters] (Seja seu Patrão! - Pequenas Empresas Grandes Negócios e Imasters)

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Teorias de Negócio que são só Teorias

O ser humano tem a tendência de acreditar em teorias salvacionistas, truques que vão nos poupar do trabalho, de suar muito. Isso explica porque algumas religiões as linhas mais radicais crescem são as que têm mais seguidores ou porque produtos de Marketing Multi-Nível, como o Herbalife, têm tantos adeptos.

“O único lugar em que o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário” - Einstein

Recentemente o autor Chris Anderson vem fazendo grande sucesso primeiro com a teoria da Cauda Longa onde diz que no mundo os “blobkbusters”, os produtos em massa estão dando lugar para os produtos de nicho. Como exemplo ele mostra a Amazon, em que as vendas de artistas poucos famosos que vendem 3 ou 4 cd´s no total é maior que todos juntos que vendem milhares de cd´s. Assim os artistas de nicho graças a possibilidade da Amazon de ser uma loja virtual ganham uma magnitude maior que os “top 100″.

E recentemente lançou a teoria da Economia do Gratuito (The Free Economy), em que aposta que as empresas devem oferecer produtos gratuitos e ganhar pelos adicionais, pelos serviços “premium” dele. Como acontece com o Skype que tem seus usuários gratuitos e alguns pagantes que querem falar para um telefone convencional ou a companhia aérea irlandesa Ryanair que cobra abaixo dos custos por um vôo mas se a pessoa quiser uma água tem que pagar 3 dólares ou se quiser levar duas malas tem que pagar mais 30 dólares.

Suas idéias tem feito tanto sucesso que até tem se tornado figura comum nos milionários eventos da HSM aqui no Brasil. Felizmente para as pessoas estão acordando para a falta de fundamento dessa teoria. Que de prático ambas são verdadeiras, porém o Anderson transformou as regras em exceção o Ryanair a Amazon e o Skype são a exceção e criar uma teoria de negócio disso, não tem como sair da teoria.

Porém, o que fica de lição nesse caso é:

O que está nos atraindo para uma nova teoria? É a nossa preguiça de trabalhar e seguir uma grande tendência como um truque, um atalho. Ou um verdadeiro insight para podermos trabalhar a mesma quantidade só que de maneira melhor aproveitada?

Essa preguiça de dispender energia também é comum com as pesquisas de mercado ou quando lança-se um projeto “de qualquer jeito” porque se diz que com o tempo vamos colhendo feedback das pessoas.

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Quem Apóia as Mídias Sociais - Parte 2

CONTINUAÇÃO DO POST: Quem Apóia as Mídias Sociais ? - Parte 1

Exemplo 2: Sistema do Twitter Instável

O mesmo aconteceu com o Twitter, um serviço revolucionário que de tão inovador logo o mundo inteiro estava usando! Todo mundo adorou a novidade e o melhor é de graça, ninguém paga um centavo para entrar no serviço. Porém, devido ao sucesso começou a surgir problemas de disponibilidade de acesso, o que é comum nesses serviços abertos que é impossível saber o crescimento que vai ter (até o Google sofreu com isso no Orkut). Porém, mesmo depois de tudo que a comunidade Web deve ao Twitter pela sua inovação e serviço prestado após esses problemas de estabilidade em vez de apoio e buscar soluções para eles através da colaboração! Houve o contrário, e então a tirania do poder das multidões não perdoou e em algumas semanas todos já xingavam o Twitter como o pior site do mundo, e estão tratando de se mudar para outros serviços concorrentes que apenas copiaram o Twitter (com direito até a campanha online para isso).

Questionamento e Provocação

A minhas provocações aqui são:

Quantas vezes nós que temos blog, perfil no Orkut ou usamos o Wikipedia, escrevemos algo para elogiar ou fazer sugestões colaborativas à alguém ou alguma empresa? O Cardoso recentemente disse sobre isso no seu blog, assumindo o nosso erro, como usuários de midia social, em sermos bom em criticar mas ruins em colaborar e elogiar!

“Eu reclamei do Google ontem, mas não falei que o AdSense vem pagando direitinho desde o rolo com os cheques e a Receita Federal, quase dois anos atrás. Eu fui no Tiramissu fui bem atentido, comi uma excelente provoleta, não falei nada.” - Cardoso

Eu tento fazer isso no meu blog, mas ainda acho que eu poderia fazer muito mais. Em Maio coloquei sugestões para a Revista Época Negócios e em Abril colaborei para um post da Ceila sobre Midias Sociais e Empresas. Mas ainda é muito pouco, apenas um post por mês de colaboração efetiva!

E surgem minhas dúvidas e provocações em cima disso:

1) É possível atuarmos numa Mídia Social e sermos “2.0″ somente com tecnologia e sem apoias as empresas que estão descobrindo como entrar nas Mídias Sociais e contribuir, elogiar? Ou também é necessário colaborar na web citando as empresas que nos atendem bem e que nos surpreendem positivamente?

Se sim como poderíamos nos organizar para melhorarmos esse cenário?

2) É possível atuarmos numa Mídia Social e sermos “2.0″ simplesmente “escrevendo voltado para nossas idéias de forma isolada” em broadcast e a única interação ser por comentários (o que os jornais já fazem há mais de 50 anos!) ou só é possível como ouvimos mais os outros e escrevemos “posts feitos em cima de outros posts” criando uma teia-de-conhecimento, um diálogo colaborativo?

Se sim como poderíamos nos organizar para isso?

Convido todas pessoas da Web para contribuir para o assunto e principalmente os participantes mais ativos e que acompanho como: Shirakashi, Daniel Heise, Lúcia Freitas, Merigo, Edney, Boombust, Manoel Neto e Eduardo Vasquez.

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Quem Apóia as Mídias Sociais ? - Parte 1

Não tem jeito, todos se empolgam ao ver a revolução que tem acontecido na Internet com a Colaboração e a força que tem tido as Mídias Sociais. Exemplos é que não faltam no Wikipedia, Facebook, Blogs, Digg e etc.

E com toda essa empolgação surge uma legião de entusiastas, que somos nós! Usuários do Wikipedia, blogueiros, pessoas que não passam um dia entrar na Internet e todos que defendem com “unhas e dentes” as tecnologias para colaborar através de redes sociais na Web e apostam que um novo mundo está surgindo, um mundo de “duas vias” diferente da visão broadcast de até então.

Porém, essas tecnologias são adotadas muito lentamente pelas empresas… e os maiores culpados somos nós mesmos, entusiastas dessa tecnologia. Porque apesar de serem tecnologias colaborativas, onde podemos melhorar as coisas que estão por aí. Infelizmente, usamos esse poder para “apedrejamento público” de novas iniciativas em mídias sociais e empresas que querem se inserir nesse meio para se comunicar de forma diferente!

Casas Bahia e Cia Athletica Tentando Entrar na Web

A Casas Bahia entra na Web de cabeça e em vez de comemorarmos como um grande avanço das Mídias Sociais. O que fazemos? Reclamamos infinitamente da ação porque na primeira vez que eles fizeram algo do tipo não foi perfeito e deram alguns escorregões (como haveria de ser)!

Que a Casas Bahia fez algo muito ruim assinando todo mundo no Twitter, no estilo SPAM. Fez sim! Aliás foi péssimo, mas temos que apoiar e colaborar dando sugestões em vez de praticar um linchamento público. Temos que motivá-los a fazer de novo e de uma maneira melhor! Esse que é o espírito da colaboração, foi nesse principio que a Wikipedia se tornou a maior enciclopédia do mundo.

Como no caso da Casas Bahia também aconteceu com a DM9 e a Cia. Athletica quando colocaram no Youtube uma campanha que “ridicularizavam gordinhos”! Ok, concordo que foi de mal gosto, porém temos que pensar que ambos (agência e anunciante) estão querendo fazer algo mais legal do que interromper a gente na hora que estamos vendo um filme na TV ou fazer pular anúncios na nossa tela do computador quando visitamos um site.

…CONTINUA

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Iphone a US$199, o acerto estratégico de Jobs

Texto baseado no post do Shirakashi: Iphone a US$199 é um erro ?

“Um produto apple é diferenciação, estilo, status… Um Iphone a US$199 não está indo diretamente contra isso ? É massificação, padronização. Daqui a algum tempo, classe C e D estarão com Iphones na mão. As pretensões de torna-lo um produto extremamente popular fazem sentido ?” - Shirakashi

O que eu vejo é que o Iphone a 199 dólares não é um erro, mas uma nova estratégia!

Assim, se comparada com a estratégia antiga de “produto premium” que oferece “status” realmente seria um erro, mas a idéia do Jobs é mudar o conceito e posicionamento da Apple de uma empresa “de nicho” para uma empresa “de massa”, para que até os mendigos e os países do terceiro mundo passem a usar o Iphone.

Eu acho uma boa aposta e gosto dessa decisão tomada pela Apple, porque toda a estratégia está coerente. Não há contradições entre preço, distribuição, desenvolvimento de software (que é aberto) e etc.

A vantagem desse novo caminho é que ele é menos custoso e desgastante do que ser uma empresa de “produtos premium” porque se realmente Jobs conseguir tornar o Iphone em um Iphone-Windows (padrão em tecnologia móvel) ele pode ficar cochilando sem inventar nada por 20 anos como Bill Gates fez. Mas os produtos fashion que ele costuma criar duram pouco: o Mac, Ipod e Iphone duram alguns anos e daí tem que fazer uma nova revolução de novo. Fazer uma revolução deve cansar até para o Steve Jobs!

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Lucro, Vendas e “O Bem Para as Pessoas”

Acho interessante como as Vendas sempre são tratadas como coisa do “Capitalismo Selvagem”, de lucro estar vinculado a ganância. Quando na verdade lucro e vendas dependem da forma como são usadas,

Me parece que “lucro e vendas” como objetivo final e algo que deve ser conquistado de qualquer jeito, mesmo forçando a barra.. Ferra tudo!

Agora quando usados como “termômetro” para ver o quanto estamos sendo úteis para as pessoas, é extremamente enriquecedor.

“Não quero inventar nada que não seja vendável. A venda é a prova da utilidade, e utilidade é igual a sucesso.” - Thomas Edison (1847 – 1931)

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Blogs uma Ferramenta para as Empresas

Tenho estudado muito ultimamente sobre o uso de blogs pelas empresas. Sempre fico impressionado como perdemos enormes oportunidades de usar ferramentas de Web 2.0… como Wikis, blogs, comunicadores no estilo do Twitter, redes sociais como o Ning que poderiam dar um salto quântico no dia-dia do trabalho.

Quando vejo essa história dos blogs entrando no mundo corporativo, me lembro de um livro que li há mais de 5 anos sobre os maiores executivos (CEOs) das maiores empresas do mundo e o segredo de seu sucesso. Todos foram unânimes em afirmar que a comunicação era o principal elemento de uma organização bem-sucedida. Na época falava-se em TV corporativa. Mas imagino que hoje não teria como não pensar em blogs e ferramentas de midia social. Nada dá mais engajamento que um Orkut, Youtube ou os blogs.. muito mais baratos que uma tv corporativa e com certeza dão muito mais resultados!

Imaginem uma fusão entre duas empresas e todos funcionários dessas companhias trocando informação com a direção sobre como será daqui pra frente… ou então, um blog sobre os produtos da empresa e o pessoal do Marketing e da área Técnica mostrando seus lados complementares, enquanto o RH, Administrativo e etc ficam sabendo mais sobre o que a empresa faz.

O blog corporativo no início, era uma grande ferramenta de publicação na Internet… uma ferramenta de Relações Públicas unidirecional (o que não é nem um pouco empolgante), a grande diferença é que com o amadurecimento dessa prática tem se tornado um meio de colaboração de duas vias. O que é altamente revolucionário como aparece nos cases abaixo.

HSBC: Comunicação Interna sem Limites

O HSBC criou um blog do presidente, que é acessível apenas para os funcionários do banco. Em pouco tempo houve excelentes resultados com 40 mil acessos ao blog e mais de 1,2 mil comentários. Além disso, Emilson Alonso, presidente do HSBC relatou em matéria do caderno Link do Estadão o seguinte comentário: “Obviamente vou aprendendo sobre a organização, os processos, o modo como as coisas funcionam, a percepção das pessoas. E isso acaba alimentando as políticas que a gente faz…” e “…as pessoas queriam conversar comigo e parecia que eu era arrogante.”

Banco Real: Web 2.0 com Tudo

Outro banco que lançou um blog no ar foi o Banco Real, o qual inclusive criou uma ferramenta de colaboração além do blog, em que os usuários da Internet podem colaborar e escrever a história do Banco Real e seus produtos.

Tecnisa: O maior Case de Blog Corporativo no Brasil

O Blog da Tecnisa é um dos grandes pioneiros em Blog Corporativo no Brasil. Existe há 2 anos e é levado a sério sempre trazendo melhorias. Chama a atenção que nele os comentários não são moderados (pré-aprovados).

Graffias: A Inovação nas Pequenas e Médias Empresas

Já para pequenas e médias empresas os blosgs também são uma grande oportunidade. Pois, se por um lado não há milhares de colaboradores para se comunicarem, o Blog pode se tornar uma ferramenta de marketing incrível para se comunicar diretamente com o público-alvo da empresa, além de manter o relacionamento com seus clientes! É a “Newsletter da empresa do século XXI”. Um ótimo exemplo disso é o blog da Graffias, um escritório que faz projetos de arquitetura para comércio e exposição.

Visto que seus clientes são comerciantes em sua maioria é sempre postado nesse blog dicas como Dicas de como Tratar o Cliente, Como montar uma loja de presentes para o Dia dos Namorados, além do portfólio de projetos já feitos… todos de encher os olhos em slideshow.

OBS: Para conhecer mais cases de blogs entre no Wiki do livro Blog Corporativo

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Para que viver num mundo de números e métricas?

Vivemos num mundo em que todos ficam atentos a números e pesquisas. Matéria boa na mídia é a baseada em números, investidor só entra em mercados com números crescentes, gestão boa é a gestão por métricas a la Balanced Scorecard. O que me lembra de uma história:

Um jovem perguntou para um amigo: “O que é lua?”. E o amigo apontou com o dedo para cima. Foi então que ele respondeu: “Agora entendi. Lua é a mesma coisa que dedo”.

Outra comparação seria como ir a um restaurante e comer o cardápio, o que não daria certo porque o cardápio indica a comida, mas não é a comida em si!

Esse negócio de calcular, matematizar tudo pode ser bacana e ter seus benefícios. O problema é quando de uma ferramenta, um recurso para a eficiência se tranforma numa visão de mundo e inevitavelmente uma miopia.

Nas empresas essa “visão relatório” do mundo é a prática comum. Poucos são como o Steve Jobs que não está nem aí para pesquisa de mercado, ou fica acompanhando as vendas e o retorno das propagandas. Mas inova como um alucinado, olha as pessoas no dia-dia e pensa: “as pessoas precisam de um Ipod e de um Iphone”… as vendas, o retorno do investimento, os indicadores, os relatórios é tudo uma conseqüência natural e administrativa. Coisa para o pessoal de operações cuidar! Aí não se trata de uma “visão relatório” mas de uma “operação por relatório” o que combina muito bem.

O resultado disso é a “troca de bolas”, pensa-se que é possível criar algo, ter visão a partir de relatórios! Porém, as grandes inovações e produtos matadores não ocuparam espaços em mercados quantificados por algum instituto como o Ibope. Mas sim porque criaram mercados novos, o Google é o Google hoje porque criou o mercado de links patrocinados dentro do faturamento de publicidade, e não porque ficou procurando espaços no mercado de banners ou anúncios na TV.

O aspecto pesquisa é o que mais podemos ver isso, como eu disse no post anterior. E atualmente saiu uma polêmica no blog Midia Social sobre o faturamento do mercado de publicidade online. A questão é que foi divulgado um faturamento recorde nesse setor mais de 500 milhões de reais. O questionamento da Ceila nesse post é que 80 % dessa grana vai para apenas 7 empresas como o Terra, Uol e IG. E o restante para onde vai?

Porém, mais interessante do que a “visão relatório” de como é gasto o dinheiro hoje. É pensar nas possibilidades dos mercados que podemos gerar. E mesmo porque nesse caso essa mídia tipo banner tende a acabar, dificilmente tem futuro.

Por que as pessoas usam a “visão relatório”?

A minha idéia aqui, foi ir além da questão matemática do relatório e pensar no porquê as pessoas usam esses relatórios, por isso o blog se chama People Based né!

O que leva a gente a se comportar assim é por dois motivos:

1) Esse é o caminho mais fácil. O jeito inovador / Steve jobs de fazer as coisas é complicado. Precisa de muita coragem para assumir uma intuição, uma aposta! Com a “visão relatório” pode dar errado que você terá todas as justificativas do mundo para comprovar isso. E aí nisso vem o segundo motivo…

2) O ambiente valoriza e reforça esse comportamento de “visão relatório”. Ao entrar no mundo das empresas, negócios e etc. É impossível não se deparar com isso 100% do tempo no mínimo. Você vai ser medido por metas, será exigido que seus projetos sejam fundamentados em análises de mercado e etc.

A esperança no fim do túnel

Uma solução para isso pode ser a de não sermos radicais contra essa “visão relatório” e procurar espaços nas empresas e nos negócios para pensarmos por nós mesmo e assumirmos riscos em cima do que acreditamos. Sempre aos poucos, nada radical.

Importante: Esse post é uma colaboração ao Post da Ceila sobre os números da mídia online.

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Baboseiras em Pesquisas - edição 1

Pesquisas  às vezes são boas, mas normalmente se tratam de baboseiras. Servem apenas para comprovar o que o pesquisador quer. Uma operadora de celular faz uma pesquisa em que a mioria das pessoas quer vídeo pelo celular em vez da TV, um montadora de veículos faz outra em que o resultado é que carro é o meio mais seguro de viajar e etc…

Sempre vou colocar quando aparecer aqui esse tipo de coisa. A primeira é a seguinte:

“Uma pesquisa realizada pela Thinkbox e pelo Internet Advertising Bureau indica que consumidores que viram comerciais na TV e na internet têm mais chance de comprar um produto do que os que viram em apenas 1 dos dois meios…”

Eles fizeram essa pesquisa por quê? Eles achavam que havia chance de as pessoas comprarem menos se ver duas vezes o mesmo comercial e ficaram surpreendidos que quanto mais vêem mais compram?

Fonte: BlueBus

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Internet é Para Poucos? Segmentada?

Esse “Dia das Mães” de 2008 será um marco na Internet! Porque vai acabar com um grande mito que roda a Internet. De que a Internet não é um canal segmentado. É impressionante ainda ouvir hoje em dia pessoas falarem nas empresas: “Meu público não está na Internet!”

Porém, a Casas Bahia (empresa que se tornou famosa para vender para o público de baixíssima renda) veio comprovar o que poucos ainda não sabiam, que todo mundo está na Internet. Pobre, rico, feio, bonito, jovem, velho, meia-idade. Enfim, essa campanha direcionada para o Público de baixa renda e mães (gente provavelmente com mais de 30 anos em sua maioria).

A campanha se trata de um Hotsite (sim você leu certo, a Casas Bahia criou um hotsite!), onde oferece prêmios em eletrodomésticos para as mães que enviarem vídeo pelo Youtube com depoimento.

Matéria encontrada no IDG Now!

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