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Época Negócios: Uma Revista Inovadora

Eu sou fã de literatura sobre negócios… livros, palestras, sites, revistas e etc… Porém, tudo que eu lia era principalmente americano (para não dizer 100%). Porém, isso mudou desde que a Editora Globo lançou a Época Negócios, desde então me tornei um entusiasta dessa revista! Sempre indico a Época Negócios para todos que conheço, e eles estão aproveitando a dica (como nesse post do Daniel Heise). Finalmente temos por aqui uma revista de tal nível para nos desenvolver!

Nessa revista se encontra tanto matéria sobre o grupo GP Investimento e de como eles lucram em cima dos funcionários ambiciosos, como o psiquiatra Irvim Yalom falando sobre a importância da tristeza!

Nesse mês a matéria de capa é sobre um dos homens mais ricos do mundo, o empresário brasileiro Eike Batista. Porém, além disso tem uma matéria fantástica sobre empresas que não são nem ONG´s nem empresas como estamos acostumados que só pensam no lucro “Empresas do Setor 2,5 derrubam fronteiras entre lucro e ação social”. Outra matéria interessante é a da “Na Amex, o pagamento do CEO depende de metas de longo prazo”.

Muita gente ainda critica a Época Negócios, por dizer que ela ainda está longe das publicações dos EUA como a Fast Company! Certamente a revista não é perfeita, mas para nós do Brasil é uma enorme avanço. E em vez de criticar, temos mais é que apoiar e dar sugestões.

Como acho que o papel dos blogs é a de Colaborar, em vez do simples comentário ou critíca. Eu como blogueiro e leitor assíduo tenho duas sugestões…

1) A revista deveria ter mais “matérias quentes”.

Isso é, ter furos de reportagem, atuais e exclusivas. A revista hoje consiste em basicamente matérias que podem ser lidas quando quiser, normalmente lições de management. Apesar do tema ser interessante, há desvantagens nisso! As pessoas que só acompanham essa revista acham que estão perdendo novidades, e além disso não vêem que têm a necessidade de ler a revista para saber uma novidade na frente de todo mundo… uma fusão, um grande anúncio de uma empresa importante ou coisa parecida.

2) Gerar mais matérias “Made In Brazil” e com Pequenas empresas inovadoras

Apesar das matérias de capa geralmente envolver brasileiros. Dentro da revista são raros os casos nacionais, acho que poderia se aproveitar mais do nossa cultura e conhecimento local. Um exemplo de matéria muito rica seria fazer uma bateria de perguntas iguais para pessoas totalmente diferentes.

Um exemplo: Perguntar coisas sobre estratégia para um Diretor Financeiro de uma empresa, e para um Diretor de Marketing da mesma empresa… ou perguntar sobre gestão de pessoas para um executivo de uma metalúrgica e as mesmas para um executivo de uma agência de publicidade.

Além disso, sinto que há uma grande preocupação da revista em mostrar pessoas bilionárias como Abilio Diniz e Carlos Slim e grandes empresas. No entanto, acho que para todas as pessoas de negócios é fundamental conhecer Startups e as médias empresas que prometem muito no futuro. Me lembro até hoje quando li no ano de 2000, numa revista americana de negócios, sobre uma empresa de garagem que estava fazendo um site de buscas interessante na garagem de casa! O nome do site era um tal de “Google”… naquela época se eu tivesse comprado mil dólares em ações deles, hoje estaria milionário com certeza.

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Para que viver num mundo de números e métricas?

Vivemos num mundo em que todos ficam atentos a números e pesquisas. Matéria boa na mídia é a baseada em números, investidor só entra em mercados com números crescentes, gestão boa é a gestão por métricas a la Balanced Scorecard. O que me lembra de uma história:

Um jovem perguntou para um amigo: “O que é lua?”. E o amigo apontou com o dedo para cima. Foi então que ele respondeu: “Agora entendi. Lua é a mesma coisa que dedo”.

Outra comparação seria como ir a um restaurante e comer o cardápio, o que não daria certo porque o cardápio indica a comida, mas não é a comida em si!

Esse negócio de calcular, matematizar tudo pode ser bacana e ter seus benefícios. O problema é quando de uma ferramenta, um recurso para a eficiência se tranforma numa visão de mundo e inevitavelmente uma miopia.

Nas empresas essa “visão relatório” do mundo é a prática comum. Poucos são como o Steve Jobs que não está nem aí para pesquisa de mercado, ou fica acompanhando as vendas e o retorno das propagandas. Mas inova como um alucinado, olha as pessoas no dia-dia e pensa: “as pessoas precisam de um Ipod e de um Iphone”… as vendas, o retorno do investimento, os indicadores, os relatórios é tudo uma conseqüência natural e administrativa. Coisa para o pessoal de operações cuidar! Aí não se trata de uma “visão relatório” mas de uma “operação por relatório” o que combina muito bem.

O resultado disso é a “troca de bolas”, pensa-se que é possível criar algo, ter visão a partir de relatórios! Porém, as grandes inovações e produtos matadores não ocuparam espaços em mercados quantificados por algum instituto como o Ibope. Mas sim porque criaram mercados novos, o Google é o Google hoje porque criou o mercado de links patrocinados dentro do faturamento de publicidade, e não porque ficou procurando espaços no mercado de banners ou anúncios na TV.

O aspecto pesquisa é o que mais podemos ver isso, como eu disse no post anterior. E atualmente saiu uma polêmica no blog Midia Social sobre o faturamento do mercado de publicidade online. A questão é que foi divulgado um faturamento recorde nesse setor mais de 500 milhões de reais. O questionamento da Ceila nesse post é que 80 % dessa grana vai para apenas 7 empresas como o Terra, Uol e IG. E o restante para onde vai?

Porém, mais interessante do que a “visão relatório” de como é gasto o dinheiro hoje. É pensar nas possibilidades dos mercados que podemos gerar. E mesmo porque nesse caso essa mídia tipo banner tende a acabar, dificilmente tem futuro.

Por que as pessoas usam a “visão relatório”?

A minha idéia aqui, foi ir além da questão matemática do relatório e pensar no porquê as pessoas usam esses relatórios, por isso o blog se chama People Based né!

O que leva a gente a se comportar assim é por dois motivos:

1) Esse é o caminho mais fácil. O jeito inovador / Steve jobs de fazer as coisas é complicado. Precisa de muita coragem para assumir uma intuição, uma aposta! Com a “visão relatório” pode dar errado que você terá todas as justificativas do mundo para comprovar isso. E aí nisso vem o segundo motivo…

2) O ambiente valoriza e reforça esse comportamento de “visão relatório”. Ao entrar no mundo das empresas, negócios e etc. É impossível não se deparar com isso 100% do tempo no mínimo. Você vai ser medido por metas, será exigido que seus projetos sejam fundamentados em análises de mercado e etc.

A esperança no fim do túnel

Uma solução para isso pode ser a de não sermos radicais contra essa “visão relatório” e procurar espaços nas empresas e nos negócios para pensarmos por nós mesmo e assumirmos riscos em cima do que acreditamos. Sempre aos poucos, nada radical.

Importante: Esse post é uma colaboração ao Post da Ceila sobre os números da mídia online.

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Como as Empresas devem entrar na Web 2.0! [Empresas] [Web]

Conversa Inicial: Blog Midia Social da Ceila

Como as empresas podem se inserir nas redes sociais, onde os conteúdos são gerados por pessoas e não instituições, ainda decidem quando, o que querem ou não ver? Esse tem sido uma das maiores preocupações de todas os profissionais de comunicação de empresas e das agência de publicidade.

Lendo o texto da Ceila achei muito interessante que há uma inversão de valores clara no relacionamento entre empresas e redes sociais. Enquanto muitos demonizam o post pago (feita no formato ético de informe publicitário). Muitos acham natural o tal Jabá que a Ceila comenta em seu texto, quando empresas dão brindes hiper-caros que acabam gerando post “espontâneo”, o que no jornalismo não é tido como ético. Conheço uma jornalista que uma vez testou um relógio diferente para uma matéria e gostou muito dele, só que teve que comprar com o fabricante, não pode pegar simplesmente pra si!

Agora uma forma prática de entrar numa comunidade pela porta da frente e sem usar um perfil falso, é oferecer o que tem de mais valor numa rede social “a informação”. Nos Blogs e Comunidades como o Orkut, o que diferencia as pessoas é a informação priveligiada (conhecida no meio jornalistico como “furo”). É se essa pessoa é um centro de informação ou se está na rodovia de informação de modo periférico. Nos blogs se trata da informação quanto a atualidades, a figura engraçada fazendo chacota com o atual escândalo político, ou o novo Iphone que acabou de ser lançado. Enquanto nas comunidades como o Orkut e o Facebook é a informação do tipo “fofoca”, a foto da última balada da pessoa, do novo namorado ou dos scraps que a melhor amiga deixou em seu perfil que acabam confidenciando publicamente informações “fofocais”.

O que acontece é que a comunicação 1.0 é broadcast, enquanto a comunicação na Web 2.0 é hierarquica. O topo da hierarquia é o centro de informação.

Assim, se uma empresa deseja entrar nas redes sociais de forma não-invasiva por um lado e produtiva de outro (que a divulgação ecoe ea informação percorra a rede). Ela deve usar esse principio, o da diferenciação da informação! Isso na prática quer dizer que o conceito de informação broadcast (quanto mais espalhamos ela melhor) acaba desestimulando as pessoas a repassarem e colaborarem com ela. Agora se apenas pessoas seletas, a elite de um determinado assunto recebessem tal informação eles iriam espalhar e colaborar (criar em cima) com enorme força, e seus followers nas redes sociais iriam fazer o mesmo!

Um dos problemas comuns de agir de modo broadcast hoje em redes sociais é que a ação acaba chamando mais a atenção do que o produto em si como foi claro no caso da LG e o que aconteceu com a Citroen no caso do carro Pallas também. E asssim muitas agências ficam felizes pelo resultado atingido pela exposição que gera. Entretanto, quanto a qualidade dessas exposições fica a dever (será que é tão importante assim para um produto ficar falando da estratégia de marketing da empresa) e por outro lado, isso só gera informação exposições porque é novidade. Daqui um tempo será uma ação batida. Se as empresas conseguissem achar oferecer a informação priveligiada para os centros certos da web, aconteceria:

a) Aparições de qualidade na web;
b) O produto ia aparecer mais do que a estratégia de comunicação;

Quem vem fazendo isso na prática é a Apple, o que ficou claro no artigo “Como a Apple faz Tudo Certo, Fazendo Tudo Errado”… A Apple não espalha as informações do MacBook Air ou do Iphone por aí atirando pra todo lado, mas deixa totalmente confidencial e apenas apresenta a idéia em um evento repleto de entusiastas da marca. Quer saber o que a Apple está fazendo? Só indo ao blog de um entusiasta da Apple que esteve no último evento do Jobs, nada de blogs genéricos populares ou google adsense.

O que fica claro é que na Web 2.0 abrangência é restrição! A diferenciação social que antes se dava pelo poder de consumo, agora se dá pelo poder da informação inédita. Antes as baladas da moda eram as que custavam mais de cem reais apenas para entrar, hoje as baladas acontecem em raves sem local fixo que só quem tem a informação priveligiada e restrita sobre o evento consegue ir! Não adianta ter 500 reais no bolso, mas sim ser antenado e com os amigos certos.

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Agência Tenta Comprar Opinião de Blogueiro de Graça

Capítulo 1 (29/02/08): Agência Tenta Comprar Opinião de Blogueiro de Graça

O Blog Futepoca publicou a tentativa da Agência Riot por email à ele:

“Caso vocês aceitem escrever sobre o Ronaldo e o resultado no blog, comentários e etc, for positivo, em uma outra oportunidade podemos, quem sabe, firmar alguma espécie de parceria, ok? Este post que estamos sugerindo, seria uma espécie de Post Piloto. Dando resultados dessa vez, surgindo novas campanhas pertinentes ao seu blog, poderemos conversar novamente, ok?”

Capítulo 2: A Notícia é Espalhada em Grandes Meios Digitais como o BlueBus

Capítulo 3: 13/3 A Agência Riot se pronuncia e diz que demitiu funcionário.

Capítulo 4: É questionada a ética da Agência Riot e da Nike no Blog Malvados

[Update] Sai reportagem no Jornal Lance sobre o caso. Diretor da F/Nazca que subcontratou a Riot disse que não sabia que eles faziam esse tipo de coisa… Será? 

Comentários:

Esse negócio de Marketing Viral realmente é muito difícil de implementar. Porque é tornar algo espontâneo em algo forçado e controlado por um planejamento. Para mim é difícil fazer algo além de botar um vídeo no Youtube e rezar para que se espalhe.

Eu já conheci uma agência que para divulgar uma grande marca de eletrônicos, criava usuário falso no Orkut recomendando a compra de tal produto.

O que me estranha nesses processos é que eles não são claros, agências modernas falam que fazer guerrilha e marketing viral, mas não falam como. Coincidência ou não eu sempre entrei no site da Agência Riot para entender como eles trabalham na prática, e por lá não dá pra saber nada! É algo para se pensar.

Os blogueiros também não têm comentado muito sobre o assunto, porque a Riot gera grana para eles. Com certezsa se ocorresse o mesmo no Estadão estariam todos falando sobre.

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Por que não surge o Novo Jornal e a nova Publicidade?

Já foi falado aqui da dificuldade que os jornais estão enfrentando em lidar com a Internet (contabilizando centenas de demissões nos grandes jornais americanos. Nesse contexto eles tentam se atualizar, a NewsCorp comprou alguns sites dentre eles o MySpace. E aqui no Brasil o Estadão lançou o Limão.

A TV também não passa por bons momentos, e as agências e os sites de Internet não conseguem criar um modelo de negócio realmente convincente equivalente ao que da TV.

Só que a grande questão é: Por que diante de tantos esforços não surge um Novo Formato de se Fazer Notícias ou uma Nova Publicidade?

A resposta é que ninguém pensa em ganho de escala, só em idéias legais! É o que aconteceu em outra iniciativa recente os Newsgames, onde se produz jogos de Internet em Flash que representam notícias. Porém, esses jogos são artesanais e a príncipio muito difíceis de se obter escala.

Imagem do Blog do Thiago Doria

É como anúncios em blogs, querem usar formatos antigos de anúncios (o que já é questionável) em blogs que são locais de micro-nicho sem possibilidade de escala.

A lição que fica para nós entusiastas do novo mundo é pensarmos em modelos para novas mídias e publicidade (1) com ganho de escala + (2) que seja coerente com o meio em que o usuário está no centro e nada lhe pode ser imposto.

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E a Publicidade na Internet, tem Futuro?

Boa Notícia: Anúncios na Internet nos EUA aumentaram 25% no último ano. E foi quebrado o recorde (21 bilhões de dólares).

Má Notícia: Em 2006 houve um crescimento de 35%. Isso significa uma desaceleração no crescimento do investimento na Web.

Notícia do Silicon Alley, para entender mais leia o post anterior.

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Solução 6: Marketing na Web a Partir de R$ 35 (Parte 2)

A Web é a mídia mais barata para divulgação. Já falei aqui como divulgar gratuitamente na Web sem nenhum dinheiro (mas com muito trabalho!) num post passado através de geração de conteúdo.

Agora vou falar de uma segunda opção:

Review Patrocinado (A Partir de R$ 35)

Nós na Via6 utilizamos algumas vezes essa estratégia na Via6, olhem um exemplo no blog do Tiago Dória, um dos mais visitados da Internet que fala de tecnologia e variedade. Essa prática é um tanto comum nos EUA, até existe um site pra fazer isso, o PayPerPost. Aqui no Brasil vira e mexe aparece alguém fazendo isso além da Via6. Duas empresas que me lembro de cabeça que fizeram isso foi a Intel e a Microsoft.

Esse tipo de divulgação é muito simples, é pago um valor para o blogueiro (que vai de R$35 à R$ 500, dependendo da popularidade e vistação do blog). E então o blogueiro escreve uma análise (Review) sobre seu produto / negócio, fazendo com que todos conheçam ele. Assim, milhares de pessoas saberão sobre seu produto e clicarão no post para ir ao seu site.

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Como Fazer?

É extremamente simples, basta entrar em contato com o blogueiro (sempre nos blogs têm o e-mail do blogueiro ou alguma forma de contato) e pergunte se ele trabalha com Review Patrocinado (também pode falar Post Patrocinado).

Há blogueiros que não fazem e nem gostam dessa prática de Review Patrocinado, porém a grande maioria tem grande interesse nisso.

Qual Blog escolher?

Use o BlogBlogs, pra saber dos blogs que tratam do assunto relativo ao seu público-alvo. Lembre-se que tem blogs que falam de tudo, desde especializados em Humor  Kibe Loco, em relacionamento humano Desabafo de Mãe e o Não Dois, Não Um, ou de tecnologia TechBits.

Com certeza opções é o que não falta, lembrando sempre de escolher um blog que tenha:

(1) O alcance que sua campanha precisa. Isso pode ser verificado no Alexa;

(2) Seja visitado por temas que interessam ao seu público-alvo;

Também, vale pesquisar quais são os blogueiros mais influentes. Porque muitas vezes há blogueiros que têm poucas visitas, porém seu poder de influenciar outros blogueiros é grande. No entanto, pra isso é necessário pesquisar a fundo a blogosfera pra entender quem é um influenciador. Uma dica é perguntar pra algum contato seu que leia blogs e se possível tenha um (use seu network) pra saber qual o mais indicado.

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Solução 3: Divulgue na Web por R$ 0 (Parte 1)

A Solução divulgue na Web terá 3 Partes, cada uma com um custo. Aqui está a primeira a que acho que todo mundo vai mais gostar, por ser de graça!

A dica é criar uma página na Internet que seja de interesse do público-alvo de seu produto. E a ferramenta mais interessante hoje pra isso é um Blog. Escrever periodicamente sobre um assunto que tem a ver com o seu negócio (como se fossem dicas) é uma ótima ação de Marketing. Porque você acaba se tornando um expert no assunto, uma referência para aquelas pessoas.

De Graça, mas Trabalhoso. Trabalhoso, mas Compensa

Ok! Eu sei que é trabalhoso, mas eu disse que não custava nada e não que era fácil. Porém, é a ação de divulgação na Web que mais dá resultado. Porque você está gerando conteúdo que o seu público quer ver, ao contrário das propagandas que todo mundo foge.

Exemplos de como usar um blog pra divulgar seu negócio, se seu negócio é :

Floricultura: Um Blog sobre Decoração e Jardinagem

Consultoria de Tecnologia: Um Blog de Servidores e Administração de Sistemas

Loja de Roupas: Blog de Moda

Loja de Suprimentos de Informática: Blog com dicas do Windows

Consultoria de RH: Blog sobre Gestão Empresarial

Lembrando que um blog tem que ser atualizado pelo menos uma vez por semana pra fazer sentido. Um lugar legal pra fazer seu blog gratuitamente é no Blogger.

Case: Blog da Catho

Ainda são raras as empresas que criam blogs pra se relacionar com o seu público. O que acho mais interessante é o da Catho (site de empregos). Nele sempre há informações sobre carreira, tema pertinente pra quem está procurando emprego. A Catho cuidou bem do Blog, contratou jornalistas e tudo mais. Seu blog não precisa de tudo isso, basta alguém da empresa ficar responsável no tempo livre. Em todo lugar tem pessoas que gostam de escrever.

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São interessantes sites como o da Dana (indústria automotiva), onde tem notícias do setor automotivo (interessante para o público da empresa). E o Canal RH que a VR (benefício empresarial) mantém já que o público de RH é o que define o sistema de benefícios das empresas.

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