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Estratégia e Gestão para unir Inovação com Planejamento

Esse post é uma resposta à uma pergunta de uma leitora do Peoplebased:

“Acabei de ler seu blog e fiquei tão curiosa com uma questão que tive que te enviar as perguntas:
1) Você conseguiu achar um meio de conciliar a estratégia planejadora com a inovadora?
2) Gostaria de saber que estratégia você recomendaria para as empresas, identificarem as novas oportunidades de mercado na crise atual?”

A leitora se baseou em três posts que escrevi:
Primeiro: Bom Planejamento ajuda, mas também é um problema na gestão - BSC
(os problemas do excesso de planejamento)
Segundo: Como conciliar inovação e planejamento na prática - continuação
(os motivadores do excesso do planejamento)
Terceiro: O desafio de unir planejamento e inovação [Revista HSM]
(uma solução de criar uma unidade em separado.)

1) Não há uma receita de bolo para conciliar a estratégia “Inovadora” com a “Planejadora”, tudo dependerá de cada caso (contexto e perfil da organização). Mas parece que há duas implementações possíveis:

A primeira é a Inovação “Fora de casa” via uma Spin-off: Se trata de criar uma nova unidade de negócio separada do negócio atual, assim livre de paradigmas, paixão pelo passado e medo do novo. A segunda opção é a Inovação “Dentro de Casa” via processos da organização, isso significa tanto criar motivadores para a inovação (bônus atrelado ao diferente do status-quo) como a equipe gestora gastar energia e ter comprometimento em pensar e inserir novos modelos no dia-dia da empresa, enfim nutrir uma cultura de experimentação e monitoração /reflexão dessas experiências.

Porém, o real sucesso da inovação em uma empresa “planejadora” virá de uma liderança integra. Aqui não estou falando de ética, moral, valores, filosofia e etc que são fundamentais, porém quero tratar do líder que não é um “executivo poste” (aqueele que consegue resultados, mas devido ao contexto favorável que até um poste conseguiria), mas um executivo líder de fato.

Um “executivo líder” é integro e consistente no sentido de estar profundamente ligado e realmente acredita em suas iniciativas, em vez de fazê-las por ter que fazer (para ficar bem com o mercado, investidores ou colaboradores), isso significa no português claro “para inglês ver”. É comum ver no mundo dos negócios iniciativas de “executivos poste” muito mais voltadas para sossegar acionistas do que para realizar um propósito ou uma inovação. Pensar assim faz com que a estratégia de spin-off seja “os acionistas demandam inovação vamos comprar uma empresa inovadora”, o que normalmente resulta apenas em torrar dinheiro sem retorno econômico nem realização e na estratégia de processos (cultura) se torna mais uma meta para atrapalhar e tirar o foco d o dia-dia das pessoas.

A escolha e sucesso do caminho a ser seguido dependerá de uma liderança verdadeira.

Quanto a estratégia de uma empresa na crise (segunda pergunta) estará no próximo post.

Se você quiser mandar uma pergunta para esse blog mande e-mail para peoplebased@gmail.com

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Liderança e Missão de uma Empresa: a lição de Barack Obama

No post anterior eu havia falado sobre a inovação de Obama de Marketing ao usar redes sociais e a Web 2.0 para se promover (ele tem mais de 1 milhão de “amigos” no Facebook).

Os dias se passaram e o favoritismo do candidato que tem unanimidade no mundo se comprovou nas urnas americana. Barack Hussein Obama é o novo presidente dos EUA!

Seguindo meu post anterior surge inevitavelmente uma questão, essa vitória significa uma vitória do Marketing na Web 2.0? Não, isso não foi uma vitória da publicidade em redes sociais. Mas sim de uma estratégia com (1) propósito e (2) divulgação adeqüada (redes sociais). A raiz do sucesso obtido é a missão, o porquê de sua empreitada! por causa disso Obama engajou todo mundo em torno de seu propósito, sua causa. E as redes sociais serviram apenas (e não menos importante) como um catalisador dessa intenção.

Acho até engraçado como nas corporações e o pessoal de publicidade, pensa que a publicidade, o meio, é um fim em si. Me espanta ver milhões investidos em mídias, estratégias e etc sem nenhuma causa! Felizmente tem surgido uma onda de relevância da mensagem, de que a melhor estratégia é mexer no produto, da empresa ter uma causa e gerar evangelistas (Buzz Marketing), que parece ser o início de que as empresas vão acordar para a realidade.

A demonstração dos resultados de se ter um propósito foi vista com o Obama em seu discurso da vitória. Se tratou da fala de um estadista e não de um triunfalista! Obama não deu um sorriso, não tinha que dar mesmo! Ele está atrás de mudança e não de ser o 1o presidente negro a se eleger e provar pra todo mundo que ele pode! Não, ele está tenso! Porque agora que vai começar o seu trabalho.

Como seria o Obama se seguisse o comportamento e compromisso das empresas tradicionais? Igualzinho o Lula… quando o Lula foi eleito ele disse sorridente e emocionado: “nunca duvidem da capacidade de alguém da classe trabalhadora de vencer na vida”. Para o Lula não tinha causa, propósito, nada disso. Se tratava de uma vitória pessoal.

Mas alguém pode dizer: “Poxa, mas não precisa desse troço de propósito! O Lula conseguiu excelentes resultados, tanto que conseguiu recorde histórico de aprovação pela população!”. “Ahh Diego, você também fala dos líderes empresariais (CEO´s) que não tem uma causa, porém suas empresas muitas vezes tem muito sucesso”.

Para esse tipo de pensamento há uma resposta simples que está numa citação do polêmico comentarista esportivo Jorge Kajuru “O Dunga até pode levar a Copa, como um poste também conseguiria com a qualidade dos jogadores brasileiros”. E isso é o que acontece com os Líderes sem causa (Lula e CEOs com estilo da Era Industrial), eles estão em contextos perfeitos que até um poste conseguiria resultados. Lula herdou uma economia acertada pelo Fernando Henrique e com o mundo em pleno crescimento. Muitos presidentes de grandes empresas não precisam criar nada novo só usar seu poder junto a outras mega-empresas ou o governo.

O que importa de verdade para um líder é a escolha que divide os que ficam para a história ou os que conseguem uma vitória pessoal. Essa escolah na realidade se trata de servir a um bem comum ou ao bem próprio. Ter e gerar milhões de reais ou impactar positivamente milhões de pessoas.

OBS: Aos que acham que sou otimista demais com o Obama, não sou não. Não acredito nisso que dizem “ah, mas ele não vai parar a guerra totalmente” “ah, ele não vai tirar os subsídios que atrapalham o Brasil”. Porque ele nunca quis ser presidente do mundo, atender ao mundo. Mas sim aos EUA, ele é presidente de lá. Ele mesmo disse em seu discurso que as pessoas vão cobrar resultados no primeiro ano, mas eles so virão em quatro ou mais.

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Estratégia empresarial e Política - As lições de Marketing de Barack Obama

Estratégia, como eu sempre digo aqui no blog, está presente em todos momentos em nossa vida e inclusive na política (obviamente).

Sempre acompanho a política com o olhar estratégico, e aproveitei que houveram eleições municipais recentemente e que é o dia de votação para o presidente dos EUA para fazer algumas considerações.

Obama é a versão americana do Lula, só que com curso superior completo (e ainda em Harvard, diga-se de passagem). Carismático e inteligente, ele representa o diferente, o novo, a MUDANÇA ! Mote usado pelo nosso atual presidente para vencer a eleição de seu primeiro mandato. Tanto que Obama usa o lema “Change - We Can Believe in it”.

Independente de vencer ou não, Obama deixará um grande legado para as empresas quando o assunto é Marketing! Ele usou todos os recursos da Web 2.0, com direito a twitter, blog e etc… para se comunicar com a chamada Geração Y, tanto que ele é o responsável por levar a maioria dos jovens às urnas.

A lição de Marketing do Obama que ficará para as empresas é:

1) Dê uma causa para o seu cliente!

Obama deu a causa da mudança, gerou impacto emocional e engajou os eleitores americanos. Assim, a sua mensagem não saia apenas das campanhas publicitárias, mas também do boca-boca das pessoas, e de campanhas geradas pelos próprios eleitores (que é conhecido no Marketing como CGM - consumer generated media). O maior exemplo disso foram os vídeos e blogs criados na Internet espontâneamente, dentre os quais a que mais se destacou foi a Obama Girl, uma garota que inventou uma música e clipe para o candidato, o qual teve mais de 10 milhões de visualizações no Youtube!

2) Tenha uma presença online!

Até uns dois anos atrás ainda tinha gente que falava: “meu cliente não está na Web”. Mas quando até a Casas Bahia faz um hotsite e planeja criar um ecommerce. Ou com a disseminação de lanhouses pela periferia se torna quase um pecado à inteligência dizer isso.

A idéia de invadir o espaço do cliente para fazer anúncios, conhecido como marketing de interrupção, essa estratégia está sendo cada vez menos eficiente. Em vez disso o Marketing tem caminhado para criar espaços de interação em que a pessoa possa se informar, trocar idéias, se expressar e se relacionar com outros. É só ver o site do McCain comparado com o de Obama e os resultados que ambos tiveram na Web. Enquanto o site de McCain lembra um velho portal cheio de funcionalidades semelhante aos sites da década de 90, o de Obama e clean e objetivo digno de ser feito em 2008.

No próximo post vou falar sobre como colocar a estratégia de forma a entender a cabeça das pessoas, como exemplo usarei o Obama, Lula e o embate entre Marta Suplicy e  Kassab

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Estratégia de Marketing: Falar a verdade - Case Apple X Microsoft

O jeitão tradicional de fazer Marketing em que se vende a empresa como perfeita falando “atendimento e qualidade é com a gente” ou então no marketing de produtos de massa usar promessas surreais! Como no comercial do desodorante Axe, onde um batalhão de mulheres [vídeo] correm atrás de um garoto porque ele passou o desodorante da marca.

Seth Godin já escreveu um livro falando que todo Marketeiro é um mentiroso, fazendo uma alusão que o Marketing é (1) subjetivo / emocional e (2) ele conta uma história. Porém, essa história com um apelo emotivo tem que fazer sentido! Em vez de ser surreal, sem sentido e relevância. O próprio autor ressalta que as idéias vendidas pelas marcas precisam ser genuínas.

Levando em conta toda essa história de Marketing, chegamos ao embate de gigantes Apple X Microsoft. Um embate que não houve perdedores, mas sim dois vencedores dentro do seu posicionamento.

A Apple lançou uma campanha com dois atores, em que cada ator representava um usuário de PC e o outro um de Macintosh [vídeo]. Com o segundo o cara despojado e descolado fazia coisas fora-do-comum que o gordinho careta não fazia! Sensacional a Apple se posicionou como inovadora, como empresa que serve para os 10% de descolados da Terra.

A primeira parte do contra-ataque da Microsoft aos avanços da empresa de Jobs pareceu ridículo e sem resultados, numa propaganda em que Gates contracena com Seinfeld numa loja de sapatos [video] (não me perguntem o porquê). Porém, na segunda tentativa o desempenho foi excelente! A Microsoft simplesmente assumiu a verdade! uma idéia genuína: mostrou as pessoas que usam PC fazem coisas comum, mas que são extremamente importantes como cuidar de reservas florestais, realizar projeções financeiras e etc… trabalhos fundamentais para o nosso dia-dia [vídeo], o que 90% das pessoas do mundo fazem.

O fundamental ao analisar a estratégia de Marketing de ambas empresas é ver que gastaram pouco dinheiro: as campanhas não tiveram grandes efeitos especiais, nem contaram com grandes astros (pelo menos na parte boa… rs), até a mídia foi prioritariamente a Internet, apesar do grande orçamento de publicidade da Microsoft. Porém, ambas se posicionaram claramente dentro do seu público (de nicho para a Apple e as massas para a Microsoft). Marketing simples, barato e eficiente como toda empresa sonha em ter, só que se perdem no meio de idéias geniais, orçamentos milionários e egos inflados.

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Brandgame: uma visão fora do senso-comum de Marketing

Acabei de descobrir o blog Brandgame, se trata do blog da consultora em Marketing, Monica Sabino, especialista em Branding. Ela mantém seu blog bem ativo e sempre com opiniões bem críticas em relação ao mundo do Marketing sempre propondo novas visões para as empresas!

Cheguei a ela por esse artigo sobre o Google e o Branding… onde ela fala que há um enorme paradoxo quando o Google investe quase nada em Branding e é uma das marcas mais valiosas do mundo. Enquanto as empresas que mais investem em Branding não estão entre as mais valiosas do mundo. Vale a pena ler e guardar nos seus favoritos!

Além do conteúdo rico do blog, é interessante ver como ela é antenada em Marketing mesmo (sem aquela idéia horrível de “casa de ferreiro, espeto de pau”) e marca presença na web com seu site, blog, perfil na Via6 e Linkedin , links no delicious e até um albúm de fotos no Flickr. Só falta, em termos de “Marketing 2.0″, um pouco de sinergia entre as ferramentas, design e se relacionar mais com os blogs (no blogroll da Brandgame tem sites institucionais e apenas um blog).

OBS: Todos os blogs têm (ou deveriam ter) uma seção chamada “Blogroll” que fica normalmente na coluna direita. Essa parte é para os blogs se indicarem e criar uma verdadeira rede de troca. Porém, muita gente apenas colocam blogs que gostam lá e não fazem uma introdução… agora conforme eu for colocando blogs no meu Blogroll eu vou fazer uma apresentação sobre cada um como nesse post.

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Quem Apóia as Mídias Sociais - Parte 2

CONTINUAÇÃO DO POST: Quem Apóia as Mídias Sociais ? - Parte 1

Exemplo 2: Sistema do Twitter Instável

O mesmo aconteceu com o Twitter, um serviço revolucionário que de tão inovador logo o mundo inteiro estava usando! Todo mundo adorou a novidade e o melhor é de graça, ninguém paga um centavo para entrar no serviço. Porém, devido ao sucesso começou a surgir problemas de disponibilidade de acesso, o que é comum nesses serviços abertos que é impossível saber o crescimento que vai ter (até o Google sofreu com isso no Orkut). Porém, mesmo depois de tudo que a comunidade Web deve ao Twitter pela sua inovação e serviço prestado após esses problemas de estabilidade em vez de apoio e buscar soluções para eles através da colaboração! Houve o contrário, e então a tirania do poder das multidões não perdoou e em algumas semanas todos já xingavam o Twitter como o pior site do mundo, e estão tratando de se mudar para outros serviços concorrentes que apenas copiaram o Twitter (com direito até a campanha online para isso).

Questionamento e Provocação

A minhas provocações aqui são:

Quantas vezes nós que temos blog, perfil no Orkut ou usamos o Wikipedia, escrevemos algo para elogiar ou fazer sugestões colaborativas à alguém ou alguma empresa? O Cardoso recentemente disse sobre isso no seu blog, assumindo o nosso erro, como usuários de midia social, em sermos bom em criticar mas ruins em colaborar e elogiar!

“Eu reclamei do Google ontem, mas não falei que o AdSense vem pagando direitinho desde o rolo com os cheques e a Receita Federal, quase dois anos atrás. Eu fui no Tiramissu fui bem atentido, comi uma excelente provoleta, não falei nada.” - Cardoso

Eu tento fazer isso no meu blog, mas ainda acho que eu poderia fazer muito mais. Em Maio coloquei sugestões para a Revista Época Negócios e em Abril colaborei para um post da Ceila sobre Midias Sociais e Empresas. Mas ainda é muito pouco, apenas um post por mês de colaboração efetiva!

E surgem minhas dúvidas e provocações em cima disso:

1) É possível atuarmos numa Mídia Social e sermos “2.0″ somente com tecnologia e sem apoias as empresas que estão descobrindo como entrar nas Mídias Sociais e contribuir, elogiar? Ou também é necessário colaborar na web citando as empresas que nos atendem bem e que nos surpreendem positivamente?

Se sim como poderíamos nos organizar para melhorarmos esse cenário?

2) É possível atuarmos numa Mídia Social e sermos “2.0″ simplesmente “escrevendo voltado para nossas idéias de forma isolada” em broadcast e a única interação ser por comentários (o que os jornais já fazem há mais de 50 anos!) ou só é possível como ouvimos mais os outros e escrevemos “posts feitos em cima de outros posts” criando uma teia-de-conhecimento, um diálogo colaborativo?

Se sim como poderíamos nos organizar para isso?

Convido todas pessoas da Web para contribuir para o assunto e principalmente os participantes mais ativos e que acompanho como: Shirakashi, Daniel Heise, Lúcia Freitas, Merigo, Edney, Boombust, Manoel Neto e Eduardo Vasquez.

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Quem Apóia as Mídias Sociais ? - Parte 1

Não tem jeito, todos se empolgam ao ver a revolução que tem acontecido na Internet com a Colaboração e a força que tem tido as Mídias Sociais. Exemplos é que não faltam no Wikipedia, Facebook, Blogs, Digg e etc.

E com toda essa empolgação surge uma legião de entusiastas, que somos nós! Usuários do Wikipedia, blogueiros, pessoas que não passam um dia entrar na Internet e todos que defendem com “unhas e dentes” as tecnologias para colaborar através de redes sociais na Web e apostam que um novo mundo está surgindo, um mundo de “duas vias” diferente da visão broadcast de até então.

Porém, essas tecnologias são adotadas muito lentamente pelas empresas… e os maiores culpados somos nós mesmos, entusiastas dessa tecnologia. Porque apesar de serem tecnologias colaborativas, onde podemos melhorar as coisas que estão por aí. Infelizmente, usamos esse poder para “apedrejamento público” de novas iniciativas em mídias sociais e empresas que querem se inserir nesse meio para se comunicar de forma diferente!

Casas Bahia e Cia Athletica Tentando Entrar na Web

A Casas Bahia entra na Web de cabeça e em vez de comemorarmos como um grande avanço das Mídias Sociais. O que fazemos? Reclamamos infinitamente da ação porque na primeira vez que eles fizeram algo do tipo não foi perfeito e deram alguns escorregões (como haveria de ser)!

Que a Casas Bahia fez algo muito ruim assinando todo mundo no Twitter, no estilo SPAM. Fez sim! Aliás foi péssimo, mas temos que apoiar e colaborar dando sugestões em vez de praticar um linchamento público. Temos que motivá-los a fazer de novo e de uma maneira melhor! Esse que é o espírito da colaboração, foi nesse principio que a Wikipedia se tornou a maior enciclopédia do mundo.

Como no caso da Casas Bahia também aconteceu com a DM9 e a Cia. Athletica quando colocaram no Youtube uma campanha que “ridicularizavam gordinhos”! Ok, concordo que foi de mal gosto, porém temos que pensar que ambos (agência e anunciante) estão querendo fazer algo mais legal do que interromper a gente na hora que estamos vendo um filme na TV ou fazer pular anúncios na nossa tela do computador quando visitamos um site.

…CONTINUA

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Baboseiras em Pesquisas - edição 1

Pesquisas  às vezes são boas, mas normalmente se tratam de baboseiras. Servem apenas para comprovar o que o pesquisador quer. Uma operadora de celular faz uma pesquisa em que a mioria das pessoas quer vídeo pelo celular em vez da TV, um montadora de veículos faz outra em que o resultado é que carro é o meio mais seguro de viajar e etc…

Sempre vou colocar quando aparecer aqui esse tipo de coisa. A primeira é a seguinte:

“Uma pesquisa realizada pela Thinkbox e pelo Internet Advertising Bureau indica que consumidores que viram comerciais na TV e na internet têm mais chance de comprar um produto do que os que viram em apenas 1 dos dois meios…”

Eles fizeram essa pesquisa por quê? Eles achavam que havia chance de as pessoas comprarem menos se ver duas vezes o mesmo comercial e ficaram surpreendidos que quanto mais vêem mais compram?

Fonte: BlueBus

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Marketing Com Blogs: Polêmica no Case LG [Empresa]

Nessa semana foi amplamente noticiado na Web sobre uma promoção da LG para divulgar seu novo celular através de um passeio com blogueiros por São Paulo que ganharam além do passeios o novo super-potente e hiper-caro celular.

Esse tipo de ação sempre é questionado, mas a grande maioria dos blogueiros costumam apoiar esse tipo de ação (afinal, não podemos fechar as portas de um dia ganhar um celular de 2 mil reais né!). Do lado da LG está o Cabianca, dizendo que foi uma boa ação pois gerou burburinhos na web, links e divulgação a um preço muito baixo! E indo contra esse tipo de ação está o Prior, o qual diz que o blogueiro acaba sendo de certa forma “manipulado” e talvez até “constrangido” a ter que falar sobre a empresa, de uma forma espontânea e ao mesmo tempo não-espontânea.

Para mim a questão não é quanto aos resultados desse tipo de ação ou ROI (retorno do investimento), termo que eu ADORO (ainda vou fazer um post falando do tal do ROI). A minha questão é: Será que esse tipo de ação é o caminho do Marketing do Século XXI, ou o uso do paradigma do Marketing da década de 50 forçado para entrar no mundo dos Blogs como mídia?

Fica aí o meu questionamento, eu não vou falar o que eu acho (porque não quero perder a chance numa próxima de ganhar o meu celular né!). Mas se fosse chutar o formato do próximo anúncio da LG seria o da figura ai debaixo.

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Não gosto de Publicidade, mas… [Empresa]

Novo Marketing

Já escrevi muito aqui sobre minhas reservas sobre o sentido da publicidade (seja comercial na TV ou publicidade online). Mas, entretanto, todavia… não tenho nada contra agências de publicidade. As quais quando usam os outros P´s do Marketing que não o P da Publicidade, e sim criam estratégias basedas na Promoção, Produto e/ou Praça. Daí vêm muita coisa legal!

Como essa promoção da Kibon que vinha com um Ipod dentro (estratégia baseada na promoção e alteração do produto).

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=mUQR8PUjRgI&hl=pt-br]

Novas Formas de Se Relacionar Com os Clientes

Além de pensar mais em Promoção: formas diferente de vender o produto, Produto: mudar a proposta de valor do produto, não necessariamente com pesquisas intensas (P&D) ou Praça: novo posicionamento ou públicos ainda não atingidos, mas com demanda. Outra forma de Marketing muito interessante é novas formas de se relacionar, aproveitando a facilidade da tencologia atual (blogs, redes sociais e etc).

O case recente é o da PUC Minas, onde criam um perfil no Twitter.

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