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Liderança e Missão de uma Empresa: a lição de Barack Obama

No post anterior eu havia falado sobre a inovação de Obama de Marketing ao usar redes sociais e a Web 2.0 para se promover (ele tem mais de 1 milhão de “amigos” no Facebook).

Os dias se passaram e o favoritismo do candidato que tem unanimidade no mundo se comprovou nas urnas americana. Barack Hussein Obama é o novo presidente dos EUA!

Seguindo meu post anterior surge inevitavelmente uma questão, essa vitória significa uma vitória do Marketing na Web 2.0? Não, isso não foi uma vitória da publicidade em redes sociais. Mas sim de uma estratégia com (1) propósito e (2) divulgação adeqüada (redes sociais). A raiz do sucesso obtido é a missão, o porquê de sua empreitada! por causa disso Obama engajou todo mundo em torno de seu propósito, sua causa. E as redes sociais serviram apenas (e não menos importante) como um catalisador dessa intenção.

Acho até engraçado como nas corporações e o pessoal de publicidade, pensa que a publicidade, o meio, é um fim em si. Me espanta ver milhões investidos em mídias, estratégias e etc sem nenhuma causa! Felizmente tem surgido uma onda de relevância da mensagem, de que a melhor estratégia é mexer no produto, da empresa ter uma causa e gerar evangelistas (Buzz Marketing), que parece ser o início de que as empresas vão acordar para a realidade.

A demonstração dos resultados de se ter um propósito foi vista com o Obama em seu discurso da vitória. Se tratou da fala de um estadista e não de um triunfalista! Obama não deu um sorriso, não tinha que dar mesmo! Ele está atrás de mudança e não de ser o 1o presidente negro a se eleger e provar pra todo mundo que ele pode! Não, ele está tenso! Porque agora que vai começar o seu trabalho.

Como seria o Obama se seguisse o comportamento e compromisso das empresas tradicionais? Igualzinho o Lula… quando o Lula foi eleito ele disse sorridente e emocionado: “nunca duvidem da capacidade de alguém da classe trabalhadora de vencer na vida”. Para o Lula não tinha causa, propósito, nada disso. Se tratava de uma vitória pessoal.

Mas alguém pode dizer: “Poxa, mas não precisa desse troço de propósito! O Lula conseguiu excelentes resultados, tanto que conseguiu recorde histórico de aprovação pela população!”. “Ahh Diego, você também fala dos líderes empresariais (CEO´s) que não tem uma causa, porém suas empresas muitas vezes tem muito sucesso”.

Para esse tipo de pensamento há uma resposta simples que está numa citação do polêmico comentarista esportivo Jorge Kajuru “O Dunga até pode levar a Copa, como um poste também conseguiria com a qualidade dos jogadores brasileiros”. E isso é o que acontece com os Líderes sem causa (Lula e CEOs com estilo da Era Industrial), eles estão em contextos perfeitos que até um poste conseguiria resultados. Lula herdou uma economia acertada pelo Fernando Henrique e com o mundo em pleno crescimento. Muitos presidentes de grandes empresas não precisam criar nada novo só usar seu poder junto a outras mega-empresas ou o governo.

O que importa de verdade para um líder é a escolha que divide os que ficam para a história ou os que conseguem uma vitória pessoal. Essa escolah na realidade se trata de servir a um bem comum ou ao bem próprio. Ter e gerar milhões de reais ou impactar positivamente milhões de pessoas.

OBS: Aos que acham que sou otimista demais com o Obama, não sou não. Não acredito nisso que dizem “ah, mas ele não vai parar a guerra totalmente” “ah, ele não vai tirar os subsídios que atrapalham o Brasil”. Porque ele nunca quis ser presidente do mundo, atender ao mundo. Mas sim aos EUA, ele é presidente de lá. Ele mesmo disse em seu discurso que as pessoas vão cobrar resultados no primeiro ano, mas eles so virão em quatro ou mais.

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Pessoas, negócios e estratégia em rede

É intrigante como ao mesmo tempo em que o conceito de rede avança no mundo através de tecnologias como blogs, redes sociais, wikipedia. Até os movimentos econômicos da globalização vêm quebrando as barreiras entre empresas de diferentes países. Assim, muito me surpreende quando vejo empresas ou empreendedores dizendo: “Não posso falar do meu projeto”, “Podemos assinar um contrato de exclusividade para eu apresentar minha idéia?” ou “Não podemos falar qual vai ser nosso produto pra você que é nosso fornecedor, quando lançarmos te falamos sobre”

Eu acompanho o blog do Alexandre Formagio olha o que ele escreveu recentemente, a respeito da nova empresa que ele está abrindo:

Ainda não posso abrir muitos detalhes do que será o foco dela, mas nesta série (que pretendo que seja semanal) irei abrindo detalhes estratégicos aos poucos, até por conta de concorrência, terei que sempre pensar bem nas informações que vou abrir… - Abertura de minha nova empresa

Em compensação olha como a IBM encara a divulgação de seus projetos e idéias:

Durante muito tempo, a IBM insistiu em fazer tudo sozinha e tentar depois vender sua idéia ao resto do mercado. Percebeu, agora, que trabalhar em conjunto com outras empresas facilita, entre outras coisas, a criação de padrões que as demais companhias do ramo possam licenciar e usar. “Estamos acatando definitivamente os padrões abertos. A razão é simples: o patrimônio do cliente não é o computador, mas sim as aplicações”, diz Fernando Mitri (presidente da IBM Brasil na ocasião)

Veja o McDonald´s, a Microsoft e tantas outras empresas que tiveram sucesso compartilhando seu conhecimento com todos. Imaginem se o McDonald´s tampasse sua cozinha e proibisse qualquer outra lanchonete de copiar seu negócio (em vez de ensinar todos os segredos do negócio aos franqueados) ou a Microsoft impedisse que as empresas como Oracle, Macromedia e etc desenvolvessem programas para a sua plataforma.

Para o plano de uma empresa ter sucesso ou a idéia de um novo negócio acontecer, só há uma maneira de conduzir: é divulgando na rede! Em blogs, conversas com outras empresas e etc. Hoje o poder do sozinho é muito fraco e difícil de implementar.

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Entrevista com Fábio Seixas - Parte 2 - Marketing

Post Anterior: Entrevista com Fábio Seixas - Parte 1 - Empreendedorismo

Essa é a continuação da entrevista feita com o Fábio Seixas, o criador do site Camiseteria. Na primeira parte conversamos sobre Empreendedorismo e negócios! E ele surpreendeu quando disse a forma como conseguiu investimento, vendendo camisetas para amigos antes de elas serem feitas.

Nessa segunda parte conversamos sobre as preciosas lições de Marketing que podemos tirar desse case de sucesso.

5) O Camiseteria não compete por preços, mas sim com um serviço diferenciado adicionada de uma comunidade em volta dele. Me parece que vocês não anunciam no Buscapé (onde o forte é a comparação de preços), nem pagam por cliques no Google Adwords (sistema de anúncio das buscas do Google).Certo?

Certo. Obviamente chegamos a testar essas suas opções de publicidade, mas optamos por usar o relacionamento como principal ferramenta de marketing.

Nesse contexto o Camiseteria se insere como uma empresa de nicho, e sendo assim como é possível a sua expansão? A única via seria criar outras empresas como “bolsaria”, “calçaria” e etc? Quais são seus planos para expandir o Camiseteria?

O Camiseteria é uma empresa de nicho, mas o que percebemos é que se trata de um nicho muito grande. Costumamos dizer que quem usa camisetas são jovens de 8 a 80 anos. Ou seja, todos usam camisetas e existe um mercado enorme ainda a ser explorado e conquistado. Mas isso não impede a expansão para outros nichos similares como acessórios, por exemplo. Nosso plano de expansão é um misto de atuação online com atuação offline.

6) Você disse na entrevista ao blog Biz Revolution que o objetivo do Camiseteria é “valorizar o mercado de design nacional”, nesse sentido você pensa em disponibilizar o Camiseteria em outros países? Esse objetivo é maior do que permitir às pessoas comprarem camisetas diferenciadas?

O Camiseteria tem um conjunto de objetivos. Valorizar o design nacional é um deles. Camisetas diferenciadas é, sob certo aspecto, um meio para atingir esse objetivo. A expansão internacional é uma possibilidade e vemos como uma forma de levar para fora as criações de designers brasileiros.

7) Cada vez se consolida a tendência do Marketing de gerar comunidades em vez de ficar seduzindo clientes com propaganda de massa, como a Camiseteria faz muito bem. No entanto esse tipo de Marketing não é restrito a empresas de nicho que vendem produtos especializado? Seria possível usar tal Estratégia / Marketing com empresas que vendem produtos “commodity” como faz a Amazon nos EUA e o Submarino no Brasil?

Em termos de nicho, quanto menos específica for a empresa, mais difícil é criar o senso de comunidade. Mas ainda assim, acredito que é possível criar comunidades em empresas que vendem commodity. A Amazon tem uma grande comunidade, mas mesmo assim não existe um senso tão grande de comunidade. Empresas como a Amazon e o Submarino poderiam criar mini-comunidades dentro de suas grandes comunidades. Poderiam criar um canal de relacionamento só para clientes que gostam de livros do Harry Potter, clientes entusiastas por fotografia ou mesmo esportistas fãs da Nike. Comunidade é sinônimo de pessoas com gostos semelhantes. O fato de uma empresa vender de tudo, não a impede de agrupar de alguma forma, pessoas com os mesmos interesses.

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Entrevista com Fábio Seixas - Parte 1 - Empreendedorismo

Li recentemente uma entrevista do Fábio Seixas, criador do site de comércio eletrônico Camiseteria, que fatura mais de 1 milhão de reais por ano com apenas 7 funcionários! A entrevista foi no blog Biz Revolution, lendo a entrevista fiquei com vontade de fazer mais perguntas e usei meu blog para isso!

Separei a entrevista em duas partes, a primeira sobre Empreendedorismo… que fala mais da parte de criar um negócio do zero, sobre inovar! E na segunda parte que postarei amanhã, trata de Marketing. Como as empresas podem repensar o Marketing na época em que as pessoas se agrupam em comunidades virtuais e redes sociais, além de toda tecnologia disponível (e barata) para melhorar o valor dos produtos.

Empreendedorismo - Camiseteria

1) Você poderia falar um pouco sobre a história do Camiseteria e seus números atuais. Como começou o camiseteria? Quantos funcionários tinham e como você conseguiu investimento para implementar a idéia? Atualmente tem quantos funcionários e faturamento? Qual é o crescimento atual?

O Camiseteria começou quando eu e meu sócio, Rodrigo David, enxergamos a oportunidade de desenvolver o modelo de negócios de concursos de estampas aqui no Brasil. Isso foi no final de 2004. Em 2005 começamos a desenvolver a empresa e em agosto desse ano, conseguimos lança-la ao público.

Atualmente são 7 pessoas trabalhando no Camiseteria. Uma equipe pequena e muito motivada. Nosso investimento inicial foi feito pelos próprios sócios e através da ideia de que seria possível vender camisetas com desconto para nossos amigos antes mesmo da empresa existir, apenas com a idéia na cabeça. Dessa forma, vendemos a oportunidade de comprar camisetas com 50% de desconto 4 meses antes de empresa sequer ser lançada. Com isso, levantamos todo o capital necessário para criar a empresa. Atualmente crescemos num ritmo muito bom, aumentando nosso faturamento mês a mês. Em 2008 devemos dobrar nossso faturamento em relação a 2007.

2) Vocês se inspiraram no Threadless para fazer o site… Porém, como vocês desenvolveram a logística do negócio? Foi na tentativa e erro, já tinham experiência nisso ou fizeram benchmark e pesquisa por ai?

Eu criei minha primeira empresa de e-commerce em 1997 quando existiam poucas iniciativas. Era uma loja que vendia posters. Nessa época adiquiri algum conhecimento de logística, mas foi no Camiseteria que as coisas aconteceram pra valer. Aqui desenvolvemos nossos próprios processos e ferramentas. Basta um pouco de criatividade e bom senso. E muita tentativa e erro.

3) Você esteve no ano passado no evento de startups em São Francisco (EUA), o TechCrunch40 e teve contato com diversos empreendedores americanos. A que fatores você acha que há muito menos startups no Brasil do que nos Estados Unidos? Muitos apontam que um dos fatores é a falta de Venture Capital nas terras brasileiras, porém isso talvez não seja conseqüência e não causa do baixo número de empreendedores?

Sim, existem muito mais startup nos EUA do que no Brasil, mas isso não significa que hajam poucas startups por aqui. O Brasil é um país empreendedor por natureza. O que dificulta nem é tanto a falta de acesso a capital, mas sim a burocracia excessiva. Também não acho que valha copmparar EUA com Brasil no tangente a Venture Capital. A economia americana é muito maior e mais dinâmica. O Brasil ainda tem um longo caminho pela frente para criar um ambiente favorável ao empreendedorismo.

Eu defendo que não é preciso muito capital para criar uma empresa. O Camiseteria é a prova viva disso. Defendo, na maioria dos casos, o conceito de Bootstrap como forma de viabilizar financeiramente uma startup.

4) Se você voltasse no tempo para a época do início do Camiseteria, o que você teria feito diferente?

Acho que não mudaria muito. Até porque os erros fazem parte do aprendizado. Se não tivesse errado nada, não teria aprendido nada.

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Brandgame: uma visão fora do senso-comum de Marketing

Acabei de descobrir o blog Brandgame, se trata do blog da consultora em Marketing, Monica Sabino, especialista em Branding. Ela mantém seu blog bem ativo e sempre com opiniões bem críticas em relação ao mundo do Marketing sempre propondo novas visões para as empresas!

Cheguei a ela por esse artigo sobre o Google e o Branding… onde ela fala que há um enorme paradoxo quando o Google investe quase nada em Branding e é uma das marcas mais valiosas do mundo. Enquanto as empresas que mais investem em Branding não estão entre as mais valiosas do mundo. Vale a pena ler e guardar nos seus favoritos!

Além do conteúdo rico do blog, é interessante ver como ela é antenada em Marketing mesmo (sem aquela idéia horrível de “casa de ferreiro, espeto de pau”) e marca presença na web com seu site, blog, perfil na Via6 e Linkedin , links no delicious e até um albúm de fotos no Flickr. Só falta, em termos de “Marketing 2.0″, um pouco de sinergia entre as ferramentas, design e se relacionar mais com os blogs (no blogroll da Brandgame tem sites institucionais e apenas um blog).

OBS: Todos os blogs têm (ou deveriam ter) uma seção chamada “Blogroll” que fica normalmente na coluna direita. Essa parte é para os blogs se indicarem e criar uma verdadeira rede de troca. Porém, muita gente apenas colocam blogs que gostam lá e não fazem uma introdução… agora conforme eu for colocando blogs no meu Blogroll eu vou fazer uma apresentação sobre cada um como nesse post.

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Em defesa da Web 2.0 e ataque à Web 3.0 - Meus Artigos

Porque ignorar a Web 3.0 e apoiar a Web 2.0 (WebInsider - 12/08/2008)

“No entanto, sempre defendi e ainda defendo o termo web 2.0, pois ele foi um conceito necessário para que as pessoas que lidam com a internet de alguma maneira (todas as pessoas e de todas profissões praticamente) saibam separar o joio do trigo.

Esse termo, apesar da chiadeira, foi importante pois tornou claro e didático um novo paradigma para todos, desde quem programa sites, pertence ao RH das empresas, lidera uma equipe ou simplesmente gosta de por vídeos engraçados no Youtube.”

Caretice 2.0: histeria coletiva contra a inovação (Época Negócios - 08/11/2007)

Como Conseguir Investimento pra Sua Idéia? (Blog6 28/09/2007)

O desafio dos negócios na nova internet (Época Negócios - 20/08/2007)

Quando 1% é muito: também é assim na vida real (WebInsider 19/06/2007)

Por que não surge um Google no Brasil? [link para IMasters] (Seja seu Patrão! - Pequenas Empresas Grandes Negócios e Imasters)

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Propósito - Por quê você trabalha? [Pessoas] [Web]

Por quê trabalhamos?

Quando se acredita no que faz, vemos o poder que temos de realizar mudanças… micro-mudanças, pequenas ou grandes, elas acontecem! Isso é muito mais gratificante do que apenas trabalhar para tirar o dinheiro do fim do mês.

Escrevi isso quando recebi com grande surpresa a notícia de que o Wagner Fontoura do Boombust, junto com o Helton, Caio e Luiza criou o Brogui Blogs, projeto que resumidamente pode ser considerado uma incubadora de blogs, incentivando o pessoal da web a criar seus blogs. Como se fosse um projeto de “Inclusão Blogal”, sem intenção eleitoreira.

O mundo dos blogs assim se torna uma ótima referências para pensarmos em propósito nos projetos que nos engajamos e nas coisas que fazemos como o trabalho. Enquanto os blogs líderes só pensam em ganhar dinheiro com propaganda (de todas as formar possíveis), criando uma série de projetos somente com esse fim, parecendo que 100% de suas ações estão voltadas para o seu próprio umbigo (ou bolso quem sabe). Ao mesmo tempo, surgem inciciativas como essa, em que apostam no ideal da coisa, no poder de todo mundo blogar.

Vale lembrar que o Wagner gerencia o NossaVia, blog que surgiu com o objetivo de popularizar os blogs e tornar acessível a todos, com conteúdos não-técnicos. O qual tive a oportunidade de dar o pontapé inicial.

Com certeza os Blogs estão tendo uma pequena liderança preocupada em construir um mundo mais democrático, com informações mais ricas e um maior acesso ao conhecimento. Enquanto a grande maioria está preocupada em vender mais anúncios. É muito fácil perceber os dois lados da moeda: quem vai ganhar uns trocados hoje de imediato e quem vai mudar o mundo de amanhã.

Em qual você dos dois você se sentiria realmente realizado?

E você no seu trabalho no seu dia-dia? Com qual desses dois comporamentos você mais se identifica?

Henry Ford que no início do século passada acreditava tanto que as pessoas deveriam usar carros em vez de cavalo para se transportar, que faliu três vezes em 10 anos de trabalho duro até ver o seu sonho se materializar.

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Frase e Notícia da Semana [off]

Inpirado pelo blog do Tiago Dória vou passar a escrever Notícia da Semana e a Frase da Semana aqui no meu blog.

Frase da Semana

“Crise é algo que não se deve desperdiçar”

- Vinod Khosla - criador da Sun Microsystems e financiador do Google, ao afirmar que o problema do aquecimento global deve ser encarado como uma oportunidade para inovarExame PME Dez-Fev/08

Notícia da Semana

Google vai ao Senado Brasileiro se Defender do Orkut

“Contratado pelo Google Brasil como advogado, o ex-ministro da Justiça Márcio Tomaz Bastos acompanhou a sessão.”

Isso mostra que o Google não está pra brincadeira em termos juridicos, visto o calibre do seu advogado.

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